Após a Segunda Guerra Mundial os países europeus passavam por grandes dificuldades e muitos europeus emigram para outros países. Os holandeses tinham a opção de escolher entre os Estados Unidos, Canadá e Brasil.
Escolheram o Brasil porque ganharam as terras e puderam trazer máquinas e equipamentos agrícolas, o gado leiteiro, além da tecnologia que já dominavam na agropecuária.
Em 30 de novembro de 1951 chegaram em Castro as cinco primeiras famílias de imigrantes holandeses e se estabeleceram na Castrolanda, ocupando 5 mil hectares de terra. De 1951 a 1954, vieram ao todo, 55 famílias.
Os holandeses enfrentaram dificuldades como a perda do gado por doenças, intoxicação e falta de adaptação ao clima brasileiro, e a língua estrangeira. Sempre baseados no tripé Fé, União e Educação, iniciaram suas atividades produzindo leite e cultivando a terra. No começo plantavam pastagens para o gado, nabo e batata-doce. Muitos descendentes de imigrantes, por não se acostumarem, voltaram para a Holanda.
Até 1970, a pecuária de leite foi a base de trabalho dos holandeses. A partir daí, ocorre a expansão da agricultura com o plantio de milho e soja. Porém, a produção de leite continua forte e diariamente, os cooperados produzem 480 mil litros de leite.
As dificuldades foram vencidas e os holandeses com sua força, trabalho e tecnologia, contribuíram para o desenvolvimento da região dos Campos Gerais.





